segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Em noite de lua cheia, Paul McCartney mostra o segredo da felicidade em SP 22/11/2010 07h00 - Atualizado em 22/11/2010 09h13 Em noite de lua cheia, P


Bem humorado, ex-Beatle esbanjou carisma e saúde durante show de 3h.
Capital paulista recebe novo show nesta segunda-feira (22), no Morumbi.


Neste ano, o estádio do Morumbi recebeu shows de artistas internacionais dos mais variados estilos, como Black Eyed Peas, Metallica, Rush, Bon Jovi e Coldplay. Coube a Paul McCartney realizar o último de 2010 no local. E a impressão que se teve na madrugada deste domingo (21), após quase três horas de hits do ex-Beatle, é que cada fã desses grupos resolveu ir à casa do São Paulo Futebol Clube para privilegiar o bom e velho Macca.

Em sua volta ao Brasil duas semanas depois da apresentação em Porto Alegre, Paul esbanjou bom humor, talento e saúde, emocionando e divertindo diversas gerações de seguidores dos Beatles. Era aquela que acompanhou a beatlemania in loco (os senhores), a que conheceu os discos dos meninos de Liverpool via coleção do pai (os adultos), a que baixou a discografia da banda no Napster (os jovens) e a que aprendeu a tocar os sucessos da banda em guitarras e baterias de plástico dos videogames (as crianças).

Nesta segunda-feira (22) tem mais, com um outro show esgotado de McCartney no mesmo Morumbi - que terá um presente se tiver novamente a bela lua cheia que se manteve atrás do palco na noite da primeira apresentação paulistana.

O show
O inglês consegue fazer com que as três horas de apresentação passem depressa. Antes que as pernas comecem a doer, o primeiro bis já começou. Do início, com a dobradinha “Venus & Mars / Rock show”, até o encerramento ao som de “Sgt. Pepper’s lonely hearts club band”, todos parecem hipnotizados pelo carisma e bom humor de McCartney.

A primeira vez que sentou ao piano foi para tocar “Long and winding Road”, oitava música do repertório. Antes de se levantar, ainda embalou “1985”, “Let em in” e “My Love” – essa última dedicada aos casais de namorados (ele ainda explicou que a compôs para sua “gatinha” Linda)

Quem foi ao show de Porto Alegre teve a sensação de déjà vu neste momento. É assim mesmo, pois apesar de um improviso ou de outro, McCartney realiza praticamente sempre a mesma apresentação.

Sim, ele vai ler o teleprompter, disparar expressões locais ("galera" e "paulistas" dessa vez) e dizer que vai tentar aprender português. E, sim, o ex-beatle irá fingir que o volume de “Live and let die” é muito alto para a sua idade ao final da canção que abusa da pirotecnia. Mas isso não é nada ruim: com um repertório que inclui 20 canções daquela que é a maior banda de todos os tempos e com um charme irresistível, Paul pode se dar ao direito de se repetir.

E pode ter certeza existe quem pagaria para ver um (mesmo) show diariamente dele, se isso fosse possível. E pode ter certeza que essa pessoa choraria toda vez que Paul dedicasse “Something” ao seu amigo George Harrison e lembrasse de John Lennon antes de “Here today”.

Como surpresas do show paulistano, uma chuva de balões brancos tomou conta do Morumbi durante “Give peace a chance” e McCartney também brincou de regente diversas vezes com o coro de 64 mil vozes, chegando a improvisar uma música que poderia se chamar “Ô, São Paulo”.

O show teve dois bis. O primeiro emendou “Day tripper”, “Lady Madonna” e “Get back”, enquanto o segundo veio com “Yesterday” e “Helter skelter” – com Paul esbanjando uma voz de dar inveja.

A saúde do ex-beatle, aliás, é um capítulo à parte. Se um dia imaginou que chegaria aos 64 anos sem cabelos e frágil, aos 68 Paul é menino, que arrisca uns piques pelo palco e até uns pulos durante “Mrs Vandebilt”.

A disposição é tanta que, ao sair do palco, ele escorregou e caiu feio, ao vivo para os dois impressionantes telões de alta definição que acompanham a turnê. O tombo não foi suficiente para tirar o bom humor do ex-beatle, que deu um pulo e saiu todo sorridente, despedindo-se com um ursinho de pelúcia debaixo do braço.

Veja o setlist completo da primeira apresentação de Paul McCartney em São Paulo:

- "Venus And Mars" / "Rock show"
- "Jet"
- "All my loving"
- "Letting go"
- "Drive my car"
- "Highway"
- "Let me roll it / Foxy lady"
- "The long and winding road"
- "1985"
- "Let 'em in"
- "My love"
- "I've just seen a face"
- "And I love her"
- "Blackbird
- "Here today"
- "Dance tonight"
- "Mrs. Vandebilt"
- "Eleanor Rigby"
- "Something"
- "Sing the changes"
- "Band on the run"
- "Ob-la-di, ob-la-da"
- "Back in the U.S.S.R."
- "I've got a feeling"
- "Paperback writer"
- "A day in the life" / "Give peace a chance"
- "Let it be"
- "Live and let die"
- "Hey Jude"

Bis 1:
- "Day tripper"
- "Lady Madonna"
- "Get back"

Bis 2:
- "Yesterday"
- "Helter skelter"
- "Sgt. Pepper's lonely hearts club band"

terça-feira, 16 de novembro de 2010


HQ sobre a trajetória dos Beatles será lançada no Brasil em novembro

'O pequeno livro dos Beatles' chega às livrarias no dia 27.
Desenhista francês também é autor de 'O pequeno livro do rock'.

A editora Conrad lança em novembro “O pequeno livro dos Beatles”, do desenhista francês Hervé Bourhis. A obra conta em HQ a trajetória da banda inglesa desde antes de sua formação, passando pela posterior carreira solo de seus integrantes.

Ainda não foi definido o preço do livro.

O lançamento será no dia 27 de novembro na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo. Bourhis está escalado para participar do evento.

Nascido em 1974, em Chambray-lés-Tours, o desenhista francês também é autor de “O pequeno livro do rock”.

A HQ, que conta como foi o surgimento e as mudanças passadas pelo gênero, foi lançada no Brasil em abril deste ano. Desde então, já ganhou duas edições no país.

Fonte G1

Músicas dos Beatles serão vendidas no iTunes, diz jornal


Segundo o 'The Wall Street Journal', anúncio oficial será nesta terça (16)

Catálogo da banda britânica ainda não é comercializado pela internet.

As músicas dos Beatles farão parte do catálogo da loja digital iTunes, da Apple, informou na segunda-feira (15) o jornal americano "The Wall Street Journal".

O diário destacou que a Apple deve fazer nesta terça (16) o anúncio oficial da inclusão das canções da banda britânica.

Em seu site, a Apple antecipou que deve comunicar algo "emocionante" para o iTunes.

Fontes do "The Wall Street Journal" indicam que, após longas negociações, executivos da Apple e representantes dos Beatles e da gravadora EMI, proprietária de muitas das músicas da banda, fecharam um acordo para distribuí-las pela primeira vez na internet.

Até agora, as músicas dos Beatles não haviam entrado no mercado eletrônico. Da mesma forma, a banda não teve suas canções gravadas em CD até 1987, quando o formato de disco compacto já era mais comum na indústria fonográfica.

Fonte: G1


sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Exposição em homenagem ao Nirvana será aberta em 2011


Mostra vai exibir peças raras e inéditas relacionadas à banda.
Livro de fotografias também vai contar explosão do grunge.


A banda norte-americana Nirvana será homenageada com uma exposição sobre sua música e história no ano que vem. "Nirvana: taking punk to the masses" acontecerá no museu do Experience Music Project (EMP), em Seattle, no dia 16 de abril de 2011.

Com curadoria de Jacob McMurray, a mostra vai reunir peças raras e inéditas não só da banda, mas também da sua equipe dos familiares dos ex-integrantes Krist Novoselic, Dave Grohl e Kurt Cobain, morto em abril de 1994.

De acordo com o site da EMP, o acervo vai contar com pinturas feitas por Kurt ainda na escola, pedaços da primeira guitarra destruída pelo cantor no palco, o anjo cenográfico construído especialmemnte para a turnê do álbum "In utero", lançado em 1993, além de letras manuscritas pelo próprio Cobain e outros itens.

Quem visitar a exposição ainda poderá ouvir trechos de depoimentos em áudio gravados pelo ex-baixista da banda, Krist Novoselic, Mark Arm e Steve Turner, do grupo Mudhoney, Jack Endino, produtor do primeiro álbum do Nirvana, "Bleach", de 1989, e Earnie Bailey, técnico que cuidava das guitarras de Cobain, entre outros.

Paralelamente à mostra, será lançado o livro "Taking punk to the masses: from nowhere to 'Nevermind'". A publicação terá 250 páginas com fotos coloridas que contam a explosão do gênero musical conhecido como grunge, além da cena punk que se desenvolveu no underground da música americana nos anos 70 e 80.

Velvet Revolver se reúne em estúdio para testar novos cantores


Novidade foi anunciada pelo guitarrista Slash em sua página no MySpace.
'É ótimo me conectar a Duff, Matt e Dave depois de todo esse tempo', disse.

Dois anos e meio depois da saída do vocalista Scott Weiland (agora de volta ao Stone Temple Pilots), o Velvet Revolver está de volta ao estúdio para selecionar um novo cantor. A novidade foi anunciada pelo guitarrista Slash em sua página no MySpace.

"Velvet revolver voltou a tocar para experiências com outros cantores. Nenhuma novidade ainda. Mas é ótimo me conectar a Duff, Matt e Dave depois de todo esse tempo. Vou mantê-los informados sobre o que tivermos de mais interessante nestas sessões a medida em que elas forem acontecendo. A criatividade está definitivamente fluindo. Tenho certeza de teremos algo incrível em breve", escreveu o músico em mensagem direcionada aos fãs.

Em agosto do ano passado, Slash já havia dito que ele, o baixista Duff McKagan, o baterista Matt Sorum e o guitarrista Dave Kushnersaid já estavam em busca de uma nova voz para o conjunto, mas ele acabou concentrando forças na divulgação de seu disco solo. Ao mesmo tempo, McKagan juntou-se ao Jane's Addiction, de Perry Farrel, para compor algumas canções e fazer alguns shows.


Fonte: G1

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Com Avenged e Linkin Park, metal abafa o indie na última noite do SWU


Os shows ensurdecedores de Avenged Sevenfold, Linkin Park e Cavalera Conspiracy abafaram, nesta segunda-feira (11), o som de heróis indies como Pixies e Yo La Tengo e deram o tom do último dia do SWU: Music + Arts Festival, que reuniu público de cerca de 45 mil.

Espremidos contra as grades de proteção desde o início da tarde para ver os ídolos, fãs do Avenged Sevenfold transformaram expectativa em histeria instantânea tão logo os californianos pisaram no palco, abrindo o show com "Nightmare", faixa-título de seu último álbum.

De óculos escuros e pulando de um lado para o outro com trejeitos de Axl Rose, o vocalista M. Shadows comandou a multidão de cima de uma plataforma que atravessava todo o palco."Vocês estão com frio?", perguntou à certa altura, só para receber a resposta negativa dos fãs apesar da gélida noite ituana.

Com o baterista Mike Portnoy, recém-saído da banda Dream Theater, entre os seus integrantes, a banda de metalcore e hard rock incluiu no repertório hits de toda a carreira, incluindo "Unholy confessions", do álbum "Waking the fallen" (2003), "Afterlife", de "Avenged Sevenfold" (2007) e "Buried alive", do mais recente, "Nightmare" (2010).

Se fosse possível contabilizar o sucesso do grupo em número de atendimentos nos postos médicos do festival, o Avenged seria o principal nome de todos os três dias do evento. Apenas na primeira meia hora do show, a reportagem do G1 contou pelo menos 20 pessoas sendo atendidas em três postos médicos diferentes no festival, por desmaios e mal-estar sofridos com o empurra-empurra dos fãs.Uma das atrações mais esperadas da noite, a julgar pela proporção de camisetas pretas com o logo da banda usadas pelos frequentadores do último dia do Festival SWU, o Avenged Sevenfold abriu seu show às 18h50 com “Nightmare”, faixa-título de seu mais recente álbum, de 2010.

Com um repertório que passeou por toda a carreira do grupo – incluindo hits como “Almost easy” e “Beast and the Harlot” – a banda foi ovacionada pelo público do Palco Ar , que cantou todos os refrões.

“Vocês estão com frio?”, perguntou o vocalista M. Shadows entre as duas primeiras músicas. Durante o refrão, ele pediu a participação da plateia gritando “Scream for me Brazil!” (“Grite para mim, Brasil!”, em português), de cima de uma plataforma que atravessava todo o palco e onde subia constantemente, para ser visto pelo público.

Ao final da apresentação, fechada ao som de “Almost easy”, do álbum “Avenged Sevenfold”, de 2007, o grupo permaneceu no palco durante um par de minutos, fazendo gestos de agradecimento e distribuindo palhetas aos fãs.

Setlist:

“Nightmare”
“Critical acclaim”
“Welcome to the family”
“Beast and the Harlot”
“Buried alive”
“Afterlife”
“God hates us all”
“Unholly confessions”
“Almost easy”

Incubus prioriza hits
A banda californiana Incubus, que veio em seguida, não perdeu tempo em apresentar novas faixas de trabalho e optou por tocar os principais hits de sua carreira – muitas faixas dos álbuns “Morning view” e “Make yourself”.

A balada “Drive” foi o ponto alto da apresentação.

Show é Bom

Green Day no Brasil

Porto Alegre
Quando: quarta-feira (13), às 22h
Onde: Ginásio Gigantinho - Av. Beira Rio, s/n
Quanto: entre R$ 120 e R$ 150

Rio de Janeiro
Quando: sexta-feira (15), às 22h
Onde: HSBC Arena (Avenida Embaixador Abelardo Bueno, 3401)
Quanto: entre R$ 100 e R$ 300, com direito a meia-entrada

Brasília
Quando: domingo (17), às 21h
Onde: Ginásio Nilson Nelson
Quanto: entre R$ 200 e R$ 340, com direito a meia-entrada

São Paulo
Quando: 20 de outubro, às 22h
Onde: Arena Anhembi - Av. Olavo Fontoura, 1.209,
Quanto: entre R$ 180 e R$ 250 (com direito à meia-entrada)